aftosa – + Pecuária Brasil https://maispecuariabrasil.com Portal + Pecuária Brasil Fri, 03 May 2024 14:31:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://maispecuariabrasil.com/wp-content/uploads/2022/09/logo2-1-75x75.png aftosa – + Pecuária Brasil https://maispecuariabrasil.com 32 32 +PECUÁRIA BRASIL: país deve ser confirmado pela OMSA como livre da aftosa sem vacinação https://maispecuariabrasil.com/2024/05/pecuaria-brasil-pais-deve-ser-confirmado-pela-omsa-como-livre-da-aftosa-sem-vacinacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pecuaria-brasil-pais-deve-ser-confirmado-pela-omsa-como-livre-da-aftosa-sem-vacinacao Fri, 03 May 2024 14:31:37 +0000 https://conafer.org.br/?p=32127 Um marco histórico para a pecuária nacional: o anúncio do novo status sanitário do país realizado, nesta quinta-feira, 2 de maio, pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Com o fim da última imunização contra febre aftosa para 12 unidades da Federação e parte do estado do Amazonas, o Brasil avança no Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PE-PNEFA), e com o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em agosto, deve ser declarado totalmente livre da doença sem vacinação pelo organismo internacional. Este novo status não só valoriza a produção pecuária nacional, mas também impulsiona ainda mais o maior programa genético do país, o +Pecuária Brasil, contribuindo enormemente para o desenvolvimento da bovinocultura nacional

O Brasil, conhecido mundialmente por sua robusta indústria agropecuária, agora se destaca ainda mais ao se tornar parte de um seleto grupo de países que conseguiram erradicar a febre aftosa sem a utilização da vacina. Essa conquista é resultado de um árduo trabalho que envolveu não apenas a implementação de políticas públicas eficientes, mas também o comprometimento dos produtores em seguir rigorosos protocolos sanitários. Na esteira de um esforço conjunto entre o governo brasileiro, produtores rurais e entidades do setor, o Brasil celebrou recentemente um feito extraordinário: o país foi oficialmente declarado livre da febre aftosa sem a necessidade de vacinação. 

Com essa mudança de status, mais de 244 milhões de bovinos e bubalinos em aproximadamente 3,2 milhões de propriedades deixarão de ser vacinados, o que representa uma redução significativa de custos para os pecuaristas, estimada em mais de R$ 500 milhões. Além disso, o país se prepara para acessar mercados internacionais ainda mais exigentes, como o do Japão e da Coreia do Sul, abrindo novas oportunidades de exportação e elevando o preço das commodities brasileiras.

Ao erradicar a febre aftosa e se consolidar como país livre da doença sem vacinação, o Brasil fortalece sua posição no mercado internacional

O reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) não apenas consolida o Brasil como líder global no comércio de proteína animal, mas também fortalece a confiança dos consumidores e parceiros comerciais na qualidade e segurança dos produtos de origem animal brasileiros. 

A jornada rumo à erradicação da febre aftosa sem vacinação é uma prova da determinação e capacidade do Brasil em proteger sua pecuária e garantir a excelência de seus produtos no mercado nacional e internacional. Agora, com os olhos voltados para o futuro, o país se prepara para apresentar o pleito ao reconhecimento internacional em agosto de 2024, marcando mais um capítulo na história de sucesso da pecuária brasileira.

Os rebanhos do programa +Pecuária Brasil passam por severos protocolos sanitários para a inseminação artificial, incluindo o controle de vacinas

O anúncio autodeclaratório da evolução da situação sanitária do país ocorre como parte do processo para o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), representa o fim do ciclo de vacinação, iniciado há mais de 50 anos e o reconhecimento da qualidade da produção pecuária nacional e da qualidade do Serviço Veterinário Oficial.

“É o início de um processo em que o Brasil troca de patamar com um grupo de elite sanitária mundial, que é muito mais difícil se manter nessa elite. Com toda a dedicação, com os estados, todo o sistema, envolvidos, vamos atingir mercados muito exigentes, mas muito recompensadores.Vamos poder vender pra Japão, Coreia do Sul, que são mais remuneradores e poucos países podem acessar. Ao se declarar livre da Febre Aftosa sem Vacinação, o Brasil dá um passo importante”, anunciou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, na solenidade de ontem. 

“Hoje é um dia histórico, porque sempre o Brasil sonhou em ser um país livre de febre aftosa sem vacinação, que é um estágio extremamente elevado de sanidade animal e de boa defesa agropecuária”, pontuou o vice-presidente Alckmin, presente no anúncio ao lado do ministro Fávaro. “Isso vai nos abrir novos mercados, elevar o preço das exportações e acessar mercados mais exigentes. Agora vamos trabalhar para ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal”, completou.

O anúncio autodeclaratório da evolução da situação sanitária do país foi feito pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ao lado do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, no anexo II do Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (2)

A última ocorrência da doença em território nacional foi em 2006, seguida da implementação de zonas livres, que deram sustentação ao destaque do país como líder mundial no comércio de proteína animal, em bases sustentáveis. Ao erradicar a febre aftosa e se consolidar como país livre da doença sem vacinação, o Brasil fortalece sua posição no mercado internacional, aumentando a confiança dos consumidores e dos parceiros comerciais na qualidade e na segurança dos produtos de origem animal brasileiros.

O reconhecimento internacional do status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação ao país é feito pela OMSA. Para isso, a Organização exige a suspensão da vacinação contra a febre aftosa e a proibição de ingresso de animais vacinados nos estados por, pelo menos, 12 meses. O Brasil prevê apresentar o pleito à Organização Mundial de Saúde Animal em agosto de 2024. Já o resultado, se aprovado, será apresentado em maio de 2025, durante assembleia geral da entidade. 

A última ocorrência da febre aftosa em território nacional foi em 2006, seguida da implementação de zonas livres, que deram sustentação ao destaque do país como líder mundial no comércio de proteína animal, em bases sustentáveis

A aceitação pela OMSA do padrão sem vacinação abre caminhos para que os produtos pecuários oriundos destes estados possam acessar os mercados mais exigentes do mundo. Atualmente, no Brasil, somente os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso têm o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OMSA.

Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.

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Vacinação Contra Aftosa Começa 1º De Maio Para 73 Milhões De Bovinos E Bubalinos https://maispecuariabrasil.com/2023/04/vacinacao-contra-aftosa-comeca-1o-de-maio-para-73-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vacinacao-contra-aftosa-comeca-1o-de-maio-para-73-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos Fri, 28 Apr 2023 19:46:00 +0000 https://maispecuariabrasil.com/?p=23574

A primeira etapa da vacinação ocorrerá em 14 estados brasileiros já a partir de segunda-feira, quando se inicia a primeira etapa da campanha nacional de imunização contra a febre aftosa. A campanha 2023 segue até o dia 31 de maio com previsão de 73 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades vacinados. A primeira etapa de vacinação ocorrerá no Alagoas, parte do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e São Paulo, conforme o previsto pelo calendário nacional

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 mL na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada nos prazos estipulados pelo serviço veterinário estadual. Em caso de dúvidas, a orientação é para que procurem o órgão executor de defesa sanitária animal de seu estado.

Suspensão da vacina

Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Distrito Federal – pertencentes ao Bloco IV do Plano Estratégico 2017-2026, do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PE-PNEFA) – não vacinarão mais seus animais nesta etapa, conforme a Portaria nº 574, publicada no dia 3 de abril. A ação faz parte da evolução do projeto de ampliação de zonas livres de febre aftosa sem vacinação no país, previstas no PE-PNEFA. 

As sete unidades Federativas, que não precisarão mais vacinar seu rebanho bovino e bubalino contra a febre aftosa, somam aproximadamente 113 milhões de cabeças, representando cerca de 48% do rebanho total do País. A retirada da vacinação suspende alguns custos, gerando um benefício imediato aos produtores e uma oportunidade para que parte dos recursos seja redirecionado para ajudar no custeio e investimentos necessários à manutenção do status sanitário alcançado.

Neste momento, não haverá restrição na movimentação de animais e de produtos entre esses estados e as demais UFs que ainda praticam a vacinação contra a febre aftosa no país. Isso porque o pleito brasileiro para o reconhecimento internacional de zona livre sem vacinação não será apresentado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) neste ano de 2023, dando tempo para que outros Estados do Bloco IV executem as ações necessárias para a suspensão da vacinação e o pleito seja apresentado posteriormente, de forma conjunta.

Com informações do Mapa.

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2ª etapa da vacinação da aftosa tem início amanhã; previsão é vacinar 161 milhões de bovinos e bubalinos https://maispecuariabrasil.com/2022/10/pecuaria-brasil-2a-etapa-da-vacinacao-da-aftosa-tem-inicio-amanha-previsao-e-vacinar-161-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pecuaria-brasil-2a-etapa-da-vacinacao-da-aftosa-tem-inicio-amanha-previsao-e-vacinar-161-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos Mon, 31 Oct 2022 14:46:17 +0000 https://conafer.org.br/?p=21662 Uma das condições para adesão dos pequenos produtores ao +Pecuária Brasil é o controle sanitário das propriedades. E ter um rebanho com todas as vacinas em dia é fundamental neste processo. Por isso, é muito importante que todos fiquem atentos à data inicial da segunda parte da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa 2022. Ela começa nesta terça-feira, 1º de novembro, seguindo até o dia 30. Portanto, 1 mês completo. Além da vacinação, o produtor deve fazer a comprovação junto ao órgão executor de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração da vacina pode ser entregue de forma online ou presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados

Nesta etapa serão vacinados animais de todas as idades, sendo que haverá uma variação por estado, com alguns concentrando a vacinação para animais até 24 meses, como é o caso de Alagoas, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima e Rio Grande do Norte.

Para outras 11 unidades da Federação: Bahia. Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal, estados que compõem o Bloco IV do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância da Febre Aftosa (PE-PNEFA), a vacinação em novembro será para bovinos e bubalinos de todas as idades. Ao todo, esse bloco totaliza 141 milhões de animais a serem vacinados.

A inversão das estratégias de vacinação em alguns estados foi adotada em abril pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com objetivo de equacionar a demanda de vacinas contra febre aftosa com o cronograma previsto de produção da indústria e, assim, garantir a oferta de vacinas para manter os índices satisfatórios e manter a imunidade do rebanho brasileiro. As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além da vacinação, o produtor deve fazer a comprovação junto ao órgão executor de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração da vacina pode ser entregue de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados. Em caso de dúvidas, a orientação é para que procurem o órgão executor de defesa sanitária animal de seu estado.

Uma das condições para adesão dos pequenos produtores ao +Pecuária Brasil é o controle sanitário da propriedades

Retirada da vacinação

Após a etapa de novembro de 2022, sete unidades da Federação do Bloco IV do PE-PNEFA – Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Tocantins – farão a suspensão da vacinação contra a febre aftosa. Ao todo, serão aproximadamente 114 milhões de bovinos e bubalinos que deixarão de ser vacinados, o que corresponde a quase 50% do rebanho total do país.

A ação faz parte da evolução do projeto de ampliação de zonas livres de febre aftosa sem vacinação no país, previstas no PE-PNEFA. Nesse momento de evolução sanitária da doença, não haverá restrição na movimentação de animais e de produtos entre os estados do Bloco IV que terão a vacinação suspensa a partir de 2022 e os demais estados que ainda praticam a vacinação no país.

O Departamento de Saúde Animal do Mapa aguarda a evolução nos demais estados para compor o pleito brasileiro para o reconhecimento internacional de zona livre sem vacinação junto à Organização Mundial da Saúde Animal. Atualmente, no Brasil, somente os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso possuem a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação.

Com informações do Mapa.

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